Grandes companhias investem em startups buscando inovação por meio dos Corporate Venture Capitals. Esta modalidade de Venture Capital ganhou relevância nos últimos anos, tendo se sobressaído mesmo em um momento difícil para ativos de risco em 2022.
No Brasil, diversas empresas aderiram ao modelo de investimentos, com aproximadamente USD 800 milhões em volume movimentado em 2022. Saibam mais sobre essa modalidade na pílula de hoje.
Diversas startups de sucesso foram impulsionadas por grandes investidores estratégicos no início de suas trajetórias
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| Ano do investimento | 1984 | 2007 | 2013 | 2015 | 2023 |
| Valor investido | US$ 2,5 MM | US$ 240 MM | US$ 258 MM | US$ 45MM | ~US$ 10 Bi(3) |
| % Adquirida | 19% | 2% | 7% | ~1,5% | Não divulgado |
| Ano do desinvestimento | 1989 | 2012(1) | Em andamento | Em andamento | Em andamento |
| Retorno estimado | 3260% | 593%(1) | 2346%(2) | 343%(2) | N.A. |
Fonte: Ártica; Portais de notícia; Crunchbase
No último ano, essa modalidade de Venture Capital resistiu às quedas gerais do mercado e ganhou relevância globalmente
15% → +4p.p. → 19%
Características CVCs: Os CVCs se sobressaíram em um momento de baixa no mercado, ganhando participação no total do Venture Capital devido a algumas de suas características:

Horizonte de tempo e finalidade do investimento:
CVCs possuem horizonte de tempo mais longo que Venture Capitals tradicionais e não focam apenas em retornos financeiros, mas também em objetivos estratégicos.

Disponibilidade de recursos:
Recursos são provenientes da própria empresa investidora, dependendo menos do momento de mercado para arrecadações.

Expertise operacional:
CVCs fornecem expertise operacional, auxiliando empresas investidas em momentos adversos.
No Brasil, os CVCs cresceram mais de 1000% desde 2017, tendo também resistido ao momento de baixa do último ano
Fonte: Ártica; Distrito; Época Negócios; ABVCAP
Assim como no mercado internacional, as empresas brasileiras priorizam investimentos em startups incipientes
Na pesquisa “Corporate Venture Capital 2022”, a ABVCAP entrevistou 41 empresas que atuam no Brasil, mapeando as características e motivações de seus CVCs.
Entrevistados informaram possuir maior foco em empresas em fases mais iniciais (Seed e Early stage)
(Série A-B)Growth
(Série C)Late stage
(série D+)Private equity
Maturidade da companhia →
Ao pontuar (em uma escala de 1 a 5) as principais motivações para estabelecer um Corporate Venture Capital, as companhias destacaram a preparação para disrupções futuras e desenvolvimento de novos negócios.
Fonte: ABVCAP














