Em 2019, Adam Silver iniciou o movimento de flexibilização na política de ownership dos times da NBA para investidores institucionais, principalmente firmas de Private Equity (PE). Antes disso, apesar de nada impedir que afiliados a esses fundos de Private Equity fizessem aportes, as entidades em si não tinham permissão para realizar movimentações. Com essa mudança, o potencial de growth equity aportados por tais instituições se mostrou fundamental para liquidez, diversificação financeira e monetização desses times – que tinham Valuation médio beirando os 2 bilhões de dólares.
Na pílula de hoje captamos um momento peculiar onde times afiliados a PE’s disputam as finais da NBA ao mesmo tempo que revisitamos os principais pontos a se ter em conta na atração desses investidores que foram estudados em detalhe no estudo publicado pelo Ártica em 2020 “Atraindo Investimentos de Private Equity – O que é mais valorizado pelas gestoras”. Confira no link:
disputam o título da NBA. Fundos de Private Equity já estão com a mão na taça, independente do resultado
O esporte tem atraído cada vez mais investidores de PE. Estes, por sua vez, demonstraram que o potencial de criação de valor é extremamente relevante, e composto pelos seguintes fatores:
- Potencial de crescimento orgânico
- Reputação do empresário
- Reputação da Empresa
- Plano de Negócios Sólido e bem desenvolvido
- Executivos de alta qualidade
“Investidores estão vendo a promessa de geração de valor do esporte em sua monetização nos próximos anos. Nesse contexto é necessário apenas estar certo em relação ao preço da transação” – Fonte: PitchBook




