Arab countries have gained a prominent position in the international financial market, especially since they began reinvesting oil profits into other industries to diversify their assets. As a result, Arab sovereign wealth funds have gained recognition and have been frequently mentioned in international financial news.
In today's pill, learn more about Islamic Finance:
Economia árabe ganhou protagonismo nos últimos anos
+6,2%
Com a escalada da economia árabe, players da região se tornaram protagonistas no mundo dos investimentos:
- Sede: EAU
- AuM: US$ 276 bi
Qatar InvestmentAuthority
- Sede: Catar
- AuM: US$ 445 bi
Public Investment Fund- Sede: Arábia Saud.
- AuM: US$ 620 bi
Além disso, o AuM de mutual funds do mercado islâmico alcançou a marca de US$ 200 bi, crescendo mais de 300% em uma década.
Com isso, investidores interessados nesse mercado devem ficar atentos aos princípios que regem o Islamic Finance
Os países árabes não utilizam juros pré-determinados devido à incompatibilidade com a Sharia. Instrumentos financeiros comuns no Brasil, como contas remuneradas a CDI, CDBs e debêntures, não existem no mundo das finanças islâmicas. Com isso, existem diferenças significativas nos instrumentos financeiros para atender aos requisitos da Sharia:
- Rentabilidade das contas: estão ligadas ao desempenho do banco por meio do compartilhamento de lucros (profit sharing), não podendo gerar rendimentos de forma passiva e com remuneração pré-determinada.
- Bonds: os mecanismos de dívida islâmica (Sukuk) precisam ter lastro sob algum ativo real e seu rendimento atrelado à valorização do mesmo.
Investidor: Os instrumentos financeiros islâmicos são considerados de menor risco devido às suas características de lastro em ativos (asset backed), proporcionando uma segurança adicional aos investidores. Com isso, existe sempre um colateral em caso de default para o investidor recorrer;
Instituição financeira: Enfrentam maior risco, tanto de liquidez, dado que conseguem captar apenas via renda variável, como também de risco operacional, devido ao mecanismo de profit sharing, fator que limita os lucros das instituições financeiras




