Since the early 2000s, the Brazilian banking sector has been marked by M&As that have resulted in the consolidation of the sector by large banks. In some cases, M&As have enabled operations in new markets, such as Itaú's acquisition of BBA, the exit of international banks from the country, such as the sale of HSBC to Bradesco, or even a tool for shareholders to regain control of a company, in the case of BTG Pactual.
In today's pill, we will present the main M&As that shaped the banking sector as we know it today.
Fusões e aquisições que marcaram o setor bancário brasileiro
Santander adquire 60% do capital votante do Banespa por ~R$7,1 Bi. A proposta do Santander no leilão de privatização foi muito elevada comparada com as do Unibanco e Bradesco de ~R$2,1 Bi e ~R$1,9 Bi, respectivamente.
Itaú adquire o banco BBA-Creditanstalt por R$3,3 Bi, fundando o maior banco de atacado do país.
Bradesco compra 99,99% do banco BBV Brasil, filial brasileira do banco espanhol BBVA, por R$2,6 Bi.
Itaú compra Bank of Boston no Brasil por US$2,2 Bi. Com a compra o Itaú passou a ter R$168,7 Bi em ativos e se tornou o maior banco privado brasileiro, ultrapassando o Bradesco.
UBS adquire o banco de investimentos Pactual, fundado por Luiz Cezar Fernandes, André Jakurski e Paulo Guedes, por US$2,5 Bi.Fusões e aquisições que marcaram o setor bancário brasileiro
Um consórcio de bancos, liderado pelo Santander, RBS e Fortis, adquiriu o ABN por €71,1 Bi. Com a aquisição, o Santander assumiu as operações do ABN no Brasil e se tornou o 4º maior banco do país.
Itaú e Unibanco realizam uma fusão formando o Itaú Unibanco. O novo banco se torna o maior banco do hemisfério sul, com +R$575 Bi em ativos e patrimônio líquido de ~R$52 Bi.
A partir do BTG, fundadores do Pactual adquirem a UBS Pactual por US$2,5 Bi, criando o BTG Pactual.
Banco do Brasil compra 50% do banco Votorantim, o 7º maior banco brasileiro na época, por R$4,2 Bi.Fusões e aquisições que marcaram o setor bancário brasileiro
Bradesco compra a operação do HSBC no Brasil por US$5,2 Bi, adicionando R$175 Bi em ativos.
Itaú adquire a operação de varejo do Citibank no Brasil por R$710 MM.
Itaú compra 49,9% da XP Investimentos por R$6,3 Bi.Na época, a aquisição previa a compra de mais 25% de participação nos anos seguintes, que não foi autorizada pelo Banco Central.




