O mercado de saúde suplementar no Brasil apresenta uma clara oportunidade de expansão baseada em seus fundamentos macroeconômicos. Hoje, o país é o 8º maior mercado de saúde do mundo em volume de gastos, mas ocupa a 65ª posição em termos per capita.
A demanda por serviços privados é expressiva: ter um plano de saúde é o 3º maior desejo da população, e 94% dos que dependem exclusivamente do sistema público gostariam de ter cobertura. O setor privado, inclusive, já responde por 55% de todas as despesas de saúde no país.
Historicamente, o principal desafio para absorver esse público tem sido a limitação da renda frente aos custos do modelo tradicional. Para destravar o acesso e rentabilizar essa demanda, a estratégia das operadoras tem se voltado para o desenho de produtos com forte controle de custos, através de modelos de planos mais regionais, com maior relevância de coparticipação e leitos compartilhados.
O crescimento da saúde no Brasil passa cada vez mais pela capacidade operacional de criar produtos acessíveis, mantendo o controle rigoroso da sinistralidade.









